Num passado já distante, nos primórdios da humanidade, havia um certo espírito coletivo: terra e caça eram compartilhadas, não existiam propriedades privadas e as pessoas conviviam em pequenas comunidades. Elas se preocupavam em suprir suas necessidades, bem como as do próximo, sem excessos.
Com o passar do tempo, as descobertas territoriais e a ganância do homem fizeram com que povos mais fracos, desprovidos de inteligência belicista e desejo de expansão fossem colonizados, explorados e escravizados. Era o fim da coletividade, do convívio natural, com espaço para todos. O homem tornava-se, enfim, escravo do próprio homem.
Depois de algum tempo, inicia uma nova relação entre o Homem e seus menos iguais: na luta pela subsistência, servos ganhavam um pedaço de terra e trabalhavam para seus senhores feudais. Parte ficava com os servos, e todo o resto com o proprietário das terras. Essa relação perdurou boa parte de nossa história.
Do aumento populacional e outros fatores, surgia a oportunidade de comércio. Era a chance de o servo obter capital através da – sua própria – produção excessiva. O feudalismo cedia espaço para um sistema econômico mais eficiente. E definitivamente após a Revolução Industrial, o Capitalismo entra em cena.


